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Capitanias Hereditárias, por Marcus Rezende.

Caso Carlos Fernandes realmente assuma a CBTKD, há um assunto do qual terá que posteriormente se debruçar para resolver com lucidez. Trata-se do poder dos mestres brasileiros examinarem seus faixas pretas, independentemente do aval da federação a que pertença. Se será necessário um regulamento para isso, que fique claro tal liberdade. Não é possível que a situação dos estados seja vista como se vivêssemos ainda em capitanias hereditárias. Ou seja, um mestre precisar pedir autorização a uma federação para poder examinar dentro de outro estado é ilegal, imoral e se configura em enorme retrocesso. Continue lendo

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Mais Educação alça voo em Niterói.

Quando o MEC lançou o Projeto Mais Educação, vislumbrando dar aos jovens estudantes da rede pública de ensino uma atividade desportiva e cultural dentro do próprio ambiente escolar, contemplou como uma dessas atividades o taekwondo.

A CBTKD recebeu a idéia do MEC e um projeto criado pelo mestre Jadir Fialho (que desenvolve há anos um belo trabalho no subúrbio do Rio) o qual deveria ter servido de modelo.

No entanto, burocratizaram o projeto e ele não saiu da intenção da CBTKD. Resultado: o Mais Educação para o taekwondo não vem acontecendo com a amplitude que deveria.

Todavia, em Niterói, o mestre Ricardo Andrade , da Escola Highway One, sem precisar se apoiar em nenhuma entidade foi procurado pela direção do Colégio Estadual Guilherme Briggs para desenvolver o Taekwondo no Mais Educação. “Eles chegaram ao meu nome através de pesquisa e indicações pelo trabalho que realizo na cidade desde 1992”, explica.

Mestre Ricardo Andrade

Ricardo foi chamado para uma reunião, oportunidade em que tomou conhecimento do que estava disponível para o Taekwondo. “Temos à nossa disposição uma sala, com piso oficial, protetores tibiais, de ante-braço, de tórax e de cabeça, além de um saco de pancada”, ressalta o mestre, acrescentando ainda a verba para alimentação dos alunos e ajuda de custo aos instrutores da Escola HighwayOne.

São 150 alunos divididos em cinco turmas, com 30 alunos cada (número máximo permitido), bem como uma fila de espera, com outros alunos do colégio aguardando desistências para poderem se integrar ao projeto.

Em tempos de preparação para as Olimpíadas, a Confederação Brasileira de Taekwondo deveria se mirar no exemplo do mestre Ricardo Andrade e envidar todos os esforços para facilitar a entrada da modalidade dentro dos colégios. E olha que se isso ocorresse, o taekwondo do Brasil não teria instrutores suficientes para suprir a demanda.

fonte:Mestre Marcus Rezende
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A QUEM DE FATO INTERESSA A EXIGÊNCIA DE DIPLOMA DA KUKKIWON AOS ATLETAS BRASILEIROS?

* Há um interesse financeiro
* escondido nessa exigência
* de diploma da kukkiwon
* aos atletas brasileiros

Parece piada, mas não é. Os dirigentes da confederação estão exigindo aos atletas o diploma do Kukkiwon para poderem disputar as seletivas da EOP.

Desde quando a WTF faz exigência aos atletas das confederações dos países filados a certificação do Kukkiwon?

Para WTF basta que o atleta seja registrado na confederação de seu país, para ter o direito de participar de suas competições.

O COI e o COB também não têm nenhuma interferência nesse assunto. Isso cabe as confederações dos esportes olímpicos, a decisão de que maneira vão escolher seus atletas.

Então, qual o interesse dos dirigentes da confederação, em pedir aos atletas, tal diploma?

Os dirigentes da confederação são mestres iguais a nós.

O que muda, é eles, estarem nesses cargos de entidades, querendo pegar o dinheiro das graduações dos alunos de outros mestres.

Pois, o Kukkiwon, não trabalha com confederações, mas com grãos mestres coreanos.

Quando os mestres do Kukkiwon estiveram na cidade de São Paulo há um tempo para dar curso, examinar e certificar alguns mestres brasileiros, a confederação não teve nenhuma participação nisso.

Tanto é assim que o dinheiro da diplomação não entrou no cofre da confederação.

Não sei se só o Jung R Kim ou mais gente estar envolvida em ganhar grana com essa história.

O que eu sei é que isso não passa de mais um trambique de dirigentes que querem engorda suas contas bancarias a custa do trabalho de outros mestres.

Fazer o quê? Estamos no Brasil onde tudo ou quase tudo se pode. Ainda tem gente que ficar indignada quando algumas pessoas do estrangeiro afirmam que não somos um país sério.

Fonte:Eduardo Falcão
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Significado prático de se possuir um “Profissional” do CREF.

Aos 15 anos três amigos começaram a treinar taekwondo. O mestre dos três os ensinou todas as técnicas da arte marcial, bem como a melhor forma de repassa-las aos novos alunos. Os três ingressaram juntos na faculdade. Cada qual escolheu um curso distinto. Um escolheu fazer Educação Física, o outro Administração e o terceiro Direito.

O que escolheu Educação Física, permaneceu treinando e encontrou uma academia para ensinar o taekwondo. Nos anos de faculdade treinou regularmente e ensinou taekwondo em alguns colégios. Aprendeu as bases de diversas modalidades esportivas e ao se formar, tinha uma visão bem mais ampliada dos esportes no geral.

O que optou pela Administração, fez seu curso regularmente. Todavia, dedicou-se inteiramente ao conhecimento do taekwondo.Viajou para diversos países do mundo e interagiu com mestres de diversas escolas de taekwondo. Passou a ensinar a modalidade, calcado em diversas experiências apreendidas.

O terceiro amigo, ao mesmo tempo em que estudava direito, mantinha seus treinamentos regulares, além de ensinar a modalidade em colégios e clubes. Era fascinado tanto por competição como pelo aperfeiçoamento das técnicas dos poomsaes. Ávido leitor, conhecia como ninguém a evolução técnica do taekwondo competitivo no mundo. Sabia como ensinar as técnicas de competição, bem como preparar técnica e taticamente um praticante interassado em competir. Desenvolvia todo o seu trabalho em parceria com preparadores físicos especialistas em treinamento desportivo.

O primeiro, formado em Educação Física, obviamente possuía CREF.

O segundo (administrador) era registrado em seu Conselho de Administração, obviamente não possuía CREF.

E o terceiro (advogado) tinha registro na OAB, por que teria CREF?

Se um aprendiz quisesse apenas praticar arte marcial, a quem você o indicaria?

Se um aprendiz quisesse tornar-se um grande campeão, a quem você o recomendaria? Continue lendo

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O profissionalismo e a habilitação, assunto polêmico, na visão de Fábio Goulart.

Hoje gostaria de falar sobre um assunto polêmico: o profissionalismo, a habilitação, isto é, quem pode e quem não deveria dar aula……

Todo instrutor que almeja ser um bom profissional deve ter em mente que cursar uma Universidade é fundamental para alcançar o sucesso.

Sei que a maioria dos instrutores não é formada, porém, lidar com preparação física, didática, primeiros socorros, exercícios, etc, exige um mínimo de conhecimento e habilitação profissional que só as Faculdades oferecem. Estar no mercado e não ser formado é entrar com um passo atrás de seus concorrentes.

Não estou afirmando que todos os instrutores não formados ou que não possuam algum tipo de habilitação, como por exemplo, a inscrição no CREF (Conselho Regional de Educação Física), sejam incompetentes ou não possuam conhecimento, mas este é empírico e muitas vezes isso é o suficiente, mas não o ideal.

Alunos e pais questionam a procedência do Instrutor; onde se formou como “faixa preta”; qual o seu grau de instrução.

Acredito que no início dos anos 70, quando o Taekwondo foi introduzido em nosso país, isso era irrelevante, mas na atualidade é uma obrigação que será cada vez mais exigida pelas autoridades de fiscalização.

Discutir aqui as leis e as regras da política não é o objetivo, porém devo aqui incitar os “faixas pretas” a tomarem uma atitude profissional e o mais sensato e correto é estudar, cursar a Faculdade e obter o diploma de Licenciatura em Educação Física.

Melhor ainda, se você é dono de academia, seria cursar ou se especializar em Administração de Empresas. Tendo conhecimento nessas duas áreas, creio que já está preparado para ser um empreendedor de sucesso.
Sendo um assunto muito discutido, gostaria da opinião de vocês.

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Fonte:Blog Fábio Goulart

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Professores sem CREF fora das Olimpíadas Escolares.

É vergonhoso o posicionamento da CBTKD em razão do Regulamento Geral das Olimpíadas Escolares nas competições de taekwondo. A exigência de que os técnicos dos atletas sejam obrigados a ter registro do CREF para que possam sentar-se como técnicos na hora das lutas é simplesmente a demonstração cabal de que as entidades de administração de nosso esporte não sabem ou não querem se posicionar a uma regra completamente sem propósito.

A exigência, além de ilegal, é totalmente contrária a uma maior participação de praticantes em tais olimpíadas escolares. O COB não se toca sobre um fato deveras importante: os professores de taekwondo no Brasil não são formados em Educação Física, tampouco ensinam somente em colégios. Os que ministram aulas em instituições de ensino não perfazem a totalidade dos professores e mestres desta modalidade.

Os verdadeiros fomentadores do taekwondo brasileiro trabalham em academias e Clubes. O COB não está atento às mais recentes decisões tomadas por juízes federais desconsiderando a obrigatoriedade de o professor de artes marciais se registrar em tais Conselhos. No entanto, engessa quem ensina a modalidade na hora das competições escolares. Esquece-se que sem esse professor ensinando, o taekwondo brasileiro vai para o espaço.

Será que temos tantos professores faixas-pretas formados em Educação Física para ensinar a modalidade de forma satisfatória por todo o Brasil?

Na outra ponta, a falta de auto-estima dos dirigentes brasileiros é de causar tristeza. Frente à uma decisão como a que consta no tal regulamento escolar, teriam que entrar com um Mandado de Segurança para garantir a participação dos professores desses estudantes em tal evento.

A CBTKD fica inerte a esse absurdo.
Aonde vamos chegar com isso?

fonte:Mestre Marcus Rezende.
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Tkdlivre mais uma vez dando sua contribuição aos presidentes de federação.

Senhores presidentes subservientes aos Crefs, sejam mais inteligentes. A Federação tem que ser importante para os seus filiados e não uma coisinha qualquer que bate a porta alheia de pires na mão, e que obriga seus praticantes a pagarem mais uma taxa mensal a outra entidade.

Utilizem a força da federação para criar cursos de aprimoramento do professor de taekwondo. Não confundir com obrigação de participar. Lembrem-se da Constituição, art. 5º.

Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

Clique e leia o artigo Completo

Os senhores poderiam muito bem realizar diversos cursos, com os mais variados profissionais, das mais diversas áreas, para que o professor de taekwondo consiga adquirir mais conhecimento, além do específico que já possui no campo da arte marcial. Cursos estes, não somente na área da educação física. Mas também na de primeiros socorros, administração de academia, marketing e até mesmo cidadania, por que não? Sempre com a chancela e certificação da Federação. Aí sim, estariam fazendo alguma coisa, além de organizar campeonatos e formar seleções estaduais.

O triste é que não fazem nem 10% do que poderiam realizar.

Fonte:Tkdlivre.com Continue lendo

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FERNANDO MADUREIRA DETONA O TKDLIVRE!!!

Ao ler as críticas desta semana à ação dos CREFs na Seção Tiro Livre deste Site, por e-mail em 03/11/2009 as 23:08 enviado a nossa redação, o Técnico da Seleção Brasileira de Taekwondo e Presidente da Federação do Paraná, Fernando Madureira rechaça as críticas e reacende a discussão.

Como não somos donos da verdade, o tema volta a pauta e o debate está aberto!!!

“Amigos eu to vendo estas criticam… Acho que ele deve ser um profissional de outra área e faz bico com o TKD, por isto pensa assim. É por isto que nosso TKD demora para evoluir, pessoas fogem da ciências e das atualizações, por isto não constroem nada.

Então é um crime também uma faculdade de ed. Física?

Para que serve um curso superior?
Se eu sei jogar bola, basquete, então já sei jogar e já posso dar aula
Vou solicitar um emprego para minha avó no Hospital Sta Casa de Londrina, ela fez mais se 100 partos no sítio que morava, deve estar habilitada a fazer isto também em um hospital né?!

Eu fiz 3 cirurgias no joelho e precisei fazer mais de 200 sessões de fisioterapia para me recuperar, então, posso abrir uma clínica de físico?

É esse raciocínio que temos que ter com nosso esporte. Se amamos temos que fazer bem feito, e com conhecimento completo. E se recebemos por isso, temos que vender um produto de qualidade e não enrolar nossos clientes.

É mais fácil criticar do que abrir os olhos e ver que é uma realidade que nosso amado esporte, envolve Fisiologia, Biomecânica, Psicologia, e outras áreas da ciência que influencia diretamente o bem estar físico e mental do praticante.

Ignorância é ignorar isto, e se tem profissionais comprometidos com o esporte e busca estes conhecimentos, deixe-os em paz, e parem de criticar, quem critica é quem vê somente o lado financeiro da coisa, não vê o lado que beneficia o profissional. Cansei de ver amigos competentes para dar aulas de taekwondo, mas na parte administrativa ia mal, abria e fechava academia igual abrir porta de geladeira, e sempre no prejuízo, e as vezes tinha que fazer bico para manter o pão de sua casa, quem critica tá preocupado com esta pessoa?

Temos é que aplaudir, quem investe em conhecimento e usa seus fins de semanas para fazer cursos de aperfeiçoamento, estes sim serão profissionais de sucesso, e não esses que ficam sentados, reclamando de tudo, e não toma iniciativa nem para mudar sua própria vida, e fica criticando a dos outros.

Por causa destas criticas, quero soltar uma sessão de entrevistas com professores que melhoraram sua qualidade de aula e sua vida financeira, pós curso do CREF.

E vamos tirar de exemplo quem corre a traz e quem esta em evolução, e não destes fracassados que só apontam o dedo sujo, para todos que estão buscando um lugar à sombra.

E não se preocupem, não estou bravo nem preocupado com estas criticas, me preocuparia se as criticas viessem de profissionais bem sucedidos, com mais de 200 alunos, ou de uma pessoa com nível superior de ensino, ou no mínimo de uma pessoa que tivesse a ética e respeito de procurar minha pessoa e achar uma saída, para tal situação.

Estranho é que na gestão anterior aqui no Paraná, todos viam o dinheiro da federação sumir, atletas e técnicos não tendo beneficio nem um com a federação, e não abriam a boca…. ou era medo ou submissão só porque o ex presidente é 9 dan….isto sim é hipocrisia.

Saudações Taekwondistas a todos amantes e comprometidos com nosso amado esporte.”

Mestre Fernando Madureira. Continue lendo

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Seminário de Competição com Técnico Olímpico, Mestre Carlos Negrão, em Cuiabá.

Nos dias 29, 30 e 31 de outubro, no Ginásio da Universidade Federal do Mato Grosso em Cuiabá acontecerá o 8º Seminário de Competição com o Mestre Carlos Negrão.
Durante o seminário, Mestre Negrão, o único técnico brasileiro a participar de 3 Jogos Pan-americanos e duas Olimpíadas, abordara as mudanças que os coletes eletrônicos e as novas regras vão gerar nas competições e nos treinamentos. Treinamento para crianças (iniciação ao treinamento de competição), treinamento para atletas de alto rendimento, treinamento para períodos que antecedem competições importantes e a planificação do treinamento técnico, serão alguns dos temas do seminário.
Para o Mestre Éderson, organizador do seminário: “é uma grande oportunidade para os atletas e técnicos do Mato Grosso terem um intercâmbio com este grande nome do Taekwondo brasileiro a acrescentarem novos conhecimentos e experiências.’
O evento tem o apoio da UFMG (Universidade Federal do Mato Grosso), da Escola de Polícia Militar Tiradentes, da Academia Elite de Taekwondo e do Colégio Prudente de Campos. Continue lendo

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DE COSTAS PARA ÉTICA.

É POR ISSO QUE É TÃO IMPORTANTE

A IMPESSOALIDADE DAS PESSOAS

QUANDO ASSUMEM CARGOS

DE DIRIGENTES NAS DIVERSAS

ENTIDADES DE TKD

Os mestres/professores responsáveis pela educação de alunos nas academias e clubes, precisam ficar atentos ao registrarem os alunos nas entidades do TKD brasileiro. Por conta das atitudes impensadas de dirigentes, trabalhar com essas entidades pode estar se tornando anti pedagógico no currículo de aprendizagem dos alunos/atletas.

Em tese podemos dizer que a educação dos alunos nas academias engloba não só a parte técnica dos movimentos do TKD, mas toda uma estrutura pedagógica de vários setores que envolve o esporte. As entidades são continuidade desse sistema educacional. Infelizmente, as entidades não prezam pela educação ética no esporte.

E quando falamos isso é porque regras de boa conduta moral são execradas pelos dirigentes. O que está em questão é como os mestres/professores de TKD vão explicar a um pai de família que o esporte é bom para formação física e moral dos seus filhos, mas os dirigentes que estão no comando do esporte, a maioria deles, se enveredaram pelo caminho da imoralidade? Eis aí a questão, o que fazer diante de uma situação como essa, qual o caminho a seguir, por onde começar e para que lado correr?

Voltamos a afirmar mais uma vez, a duplicidade de cargos nas entidades, é um dos piores exemplos anti educativo na educação dos alunos/atletas no que diz respeito ao comportamento ético no esporte. Afinal de contas, é ou não é o fato que as entidades estão mostrando de maneira ilustrada a ganância dos seus dirigentes, quando o objetivo é acumular cargos? A coisa parece não ter fim. Semana passada a distribuição de cargos chegou a um grau de descaramento sem o menor pudor. Uma vergonha para o esporte.

Sem há mínima cerimônia, foi colocada no site da CBTKD a lista dos coordenadores educacionais. O que chamou a atenção, foi a quantidade de pessoas que já tem cargos de dirigentes e assumem mais um. Isto mostra a falta de comprometimento desses caras com o papel que tem o esporte na educação das pessoas. Infelizmente os dirigentes que estão no comando das entidades do TKD brasileiro, jogaram de vez a moralidade no lixo e estão colocando as entidades de costas para ética no esporte.

É surpreendente a falta de respeito com o esporte. Eles não estão nem aí para condutas adequadas e posturas respeitáveis. O que vale mesmo, é acumular cargos que lhes der mais poder de decisão, contrariando de maneira nítida o nome de coordenadores educacionais. O que esses dirigentes pensam quando agem assim? Não percebem que não há como ensinar nada de bom aos alunos nas escolas, quando eles mesmos não são bons exemplos de ética no esporte?

A educação e o respeito as instituições sejam elas, governamentais ou esportivas, são fundamentais para criar estruturas mais solidadas e confiáveis na relação de trabalho entre as pessoas e elas. É lamentável constatarmos que as entidades viraram na prática um espaço para pessoas movidas com projetos pessoais, um lucro imediatista. A causa do esporte não existe. É por isso que é tão importante a impessoalidade das pessoas quando assumem cargos de dirigentes nas diversas entidades de TKD.

A TRIBUNA/TKD sabe perfeitamente que não existem formulas mágicas, mas acredita que falta ação, compreedimento e comprometimento da classe de mestres/professores das academias de cobrar posturas mais dignas aos dirigentes. Infelizmente, o que presenciamos hoje no TKD brasileiro são dirigentes tentando através dos sites das federações estaduais/CBTKD passar uma imagem de seriedade e respeito com o esporte. A questão é, na prática isso realmente acontece?

Mestre Falcão/email:falcão.tkd@ig.com.br Continue lendo

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Ms. Marcus Rezende e a idéia de proibir lutas infantis nos moldes olímpico

Desde o ano de 2000, travo uma luta quase que solitária para fazer dirigentes desse nosso esporte entenderem o quão pernicioso é para os nossos pequenos aprendizes a disputa competitiva de kyurigui nos moldes Olímpicos, mesmo com toda a proteção e a proibição do chute na cabeça.

Quando a WTF não realiza competições oficiais com quem têm menos de 14 anos e não apresenta ao mundo qualquer tipo de divisão de pesos desses pequenos, é porque sabem da importância de se preservar quem têm hora certa para se tornar atleta de competição. Eles treinam o TAEKWONDO na essência e se preparam tecnicamente para quando chegar o momento propício.

Quando provoco o Ministério Público Federal para que acabe com a aberração das contendas para crianças nos moldes olímpicos, estou indo a favor do taekwondo e não dos dirigentes. Estou lutando para a diminuição da evasão nas academias que ocorre em demasia, em virtude dos resultados advindos de dezenas de competições pelo Brasil afora em tais moldes. No pedido que fiz ao MPF nem cito as aberrações de crianças que ficam sem se alimentar para não ficarem fora do peso. Isso, por si só, já seria motivo mais que suficiente para a defesa do fim dessas absurdas competições que se perpetuam há quase 30 anos. Muitos professores, às vezes, não entendem porque uma determinada criança com talento, depois de disputar uma dessas competições, deixa de treinar. Há professores que não podem ver um menino desenvolto que logo querem coloca-lo em uma competição. Não perguntam-no se quer competir, mas afirmam que ele pode ser um campeão.

E qual criança que não vai acreditar em seu professor?

E quantas não se frustram com o resultado negativo?

No final de 2001, tive a oportunidade de trabalhar na CBTKD e quase convenci o presidente Yong Min Kim a modificar as regras de competição para crianças no Rio Open de 2002. Expliquei a ele que o molde Olímpico para crianças agredia o Estatuto da Criança e do Adolescente, além de ser uma agressão à individualidade delas. O mestre Kim ficou preocupado, mas a competição já havia sido divulgada e não houve como modificar as regras. No entanto, no Open de 2003, depois de novamente alerta-lo sobre o perigo de um acidente e da responsabilidade para com a justiça, pela primeira vez uma competição oficial para crianças ocorreu com regras adaptadas. Não havia pesagem (as categorias eram tão-somente pela idade), não havia placar eletrônico (retirando-se assim o constrangimento de uma derrota por vantagem de pontos muito grande) e, apesar de toda a proteção, o chute forte não era computado. Pelo contrário, era penalizado.

A quem interessa crianças lutando da mesma forma que adultos? Continue lendo

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Foto da Equipe Carioca, Campeonato Brasileiro Infantil, Junior e Máster de 2009 realizado em Porto Alegre.

Caros Amigos,

Segue em anexo a foto da equipe do Rio no Brasileiro de Porto Alegre, sem Uniforme de Equipe, que mencionei em meu comentário.
Forte Abraço!!
Ms. Iano Hausen

ueridos Amigos

ISSO DEVE SER PIADA!

EU SÓ QUERIA ENTENDER…

Qual a relevância de qual o uniforme (de passeio) que estamos usando, se competimos, entramos no ringue, de Dobok???

AGORA, OS CRÍTICOS DE OCASIÃO VÃO FICAR PREOCUPADOS COM O “DESIGN” UNIFORME???

NOS POUPEM!!!

Para qualquer pessoa que tenha formação ou experiência na área do desporto, sabe que quando a preparação é bem feita e os atletas possuem os atributos para a vitória, a última de suas preocupações é com o uniforme ou com patrocínio.
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Final da Voux Popupi Taekwondista.

Com total imparcialiade e compromisso com a verdade, segue abaixo o resultado da pesquisa “Voux Populi Voux Dei Taekwondista”, e fizemos com a 1º pesquisa que realizamos, estamos encaminhando via e-mail, os resultados à FTKDERJ, para que ela possa ouvir a voz dos federados e se possivel atende-los. Continue lendo

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Disputa por evento já causa prejuízos à imagem do Brasil na comunidade taekwondista mundial.

A disputa pela propriedade do evento, Brazil Open, causa confusão e já prejudica a imagem do Brasil no mundo. É notória pela comunidade taekwondista brasileira a disputa pelo registro da marca Brazil Open, entre seus organizadores. A disputa em si é um caso a parte, porém o que esta disputa está gerando, isso sim é de interesse coletivo, pois está criando uma situação não muito satisfatória para o Brasil.
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Questões que não se calam ou simplesmente esqueceram de nos dar as respostas.

* Como foi gasto a grana que entrava dos Bingos, fonte significativa de receita da Entidade por muitos anos?

* Quais os motivos que levaram a CBTKD a funcionar por longos anos sem um STJD legalmente constituído?
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