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Clínica de Poomsae com um dos melhores do Brasil.

Nopróximo dia 10 de julho, às 9h, o mestre Renato Ribeiro, 6° Dan, estará ministrando uma clínica de poomsae no SESC Tijuca. Excelente oportunidade para professores, mestres e praticantes em geral se atualizarem. O mestre, que ensina taekwondo em Botafogo, … Continue lendo

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Dicas importantes de fomento,Mestre Marcus Rezende.

Quando se fala em fomentar o taekwondo – para que tenhamos no futuro, além de atletas, muitos praticantes dessa belíssima arte marcial -, podemos propor ações simples e de bons resultados, sem grandes gastos adicionais às entidades responsáveis pelo desenvolvimento da modalidade.

Vamos aqui propor duas delas cujas realizações certamente trariam retorno de fomento muito importantes.

Em primeiro lugar, a entidade responsável precisa ter um site atualizado. É por esta ferramenta, na verdade, que o internauta interessado no TKD vai conhece-lo e perceber sua organização.

O site é, sem dúvida, o próprio endereço de uma associação ou federação; é quase sempre considerado a sede da entidade. Quanto mais organizado, com tudo o que a tecnologia hoje pode oferecer, mais impressionado ficará o futuro praticante que procure conhecer a modalidade por meio do site.

Um dos links que não podem faltar no endereço eletrônico é o que informa onde o futuro praticante pode treinar o taekwondo.

Daí por diante o caminho fica livre para se sair em campo e fazer com que as academias e clubes comecem a receber novas matriculas. A ação mais interessante é apresentar ao público o que ele realmente vai aprender a curto e médio prazo. Diferentemente do que muitos acreditam como resultado eficaz, a demonstração tradicional com piruetas e quebramentos pirotécnicos pode até impressionar a quem assiste.

No entanto, o leigo não se enxerga realizando aqueles movimentos. O ideal, na verdade (e foi o que eu e meu grande amigo Ricardo Andrade fizemos em Niterói e com bons resultados para a nossa Escola HO Kwan) é convidar professores com seus alunos de todas as graduações para um aulão em lugares onde há grande fluxo de pessoas – para que, organizadamente, apresentem o taekwondo àqueles que ainda não o conhecem ou tão somente o vejam como um esporte de protetores e bandais pouco eficientes enquanto arte marcial.

No entanto, o segredo desta aula está na organização. É preciso entender que as pessoas que vão passar pelo local, podem ficar assistindo o tempo inteiro, mas também podem parar somente por dois minutos e ir embora. O organizador do aulão precisa fazer com que o apressado, em dois minutos, consiga ver tudo o que se pratica em uma aula de taekwondo.

Os alunos precisam ser divididos em grupos. Um, treinando movimentos básicos; outro, fazendo (no frente a frente) movimentos de ataque e defesa (Ham Bom ou Se Bom); mais adiante, outro fazendo poomsae; e ainda dois outros: um chutando raquete e o outro fazendo luta de competição ou luta de arte marcial (sem protetor). Cada grupo obviamente dirigido por professores. O sujeito irá sair do local com uma visão ampla da modalidade.

O local do aulão teria de ser ornamentado com pelo menos dois baners da entidade com os seguintes dizeres: “ Saiba onde praticar Taekwodo. Acesse o site…”. Ainda assim, dois voluntários estariam no local com panfletos informativos da entidade em cujo texto estaria exposto os endereços das academias ou clubes onde se pode praticar o taekwondo.

Diante do que foi mencionado, eu pergunto:
Tal ação despende de grandes gastos?

Lógico que não. É só querer e partir a campo.

Fonte:Mestre Marcus Rezende.
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Mais Educação alça voo em Niterói.

Quando o MEC lançou o Projeto Mais Educação, vislumbrando dar aos jovens estudantes da rede pública de ensino uma atividade desportiva e cultural dentro do próprio ambiente escolar, contemplou como uma dessas atividades o taekwondo.

A CBTKD recebeu a idéia do MEC e um projeto criado pelo mestre Jadir Fialho (que desenvolve há anos um belo trabalho no subúrbio do Rio) o qual deveria ter servido de modelo.

No entanto, burocratizaram o projeto e ele não saiu da intenção da CBTKD. Resultado: o Mais Educação para o taekwondo não vem acontecendo com a amplitude que deveria.

Todavia, em Niterói, o mestre Ricardo Andrade , da Escola Highway One, sem precisar se apoiar em nenhuma entidade foi procurado pela direção do Colégio Estadual Guilherme Briggs para desenvolver o Taekwondo no Mais Educação. “Eles chegaram ao meu nome através de pesquisa e indicações pelo trabalho que realizo na cidade desde 1992”, explica.

Mestre Ricardo Andrade

Ricardo foi chamado para uma reunião, oportunidade em que tomou conhecimento do que estava disponível para o Taekwondo. “Temos à nossa disposição uma sala, com piso oficial, protetores tibiais, de ante-braço, de tórax e de cabeça, além de um saco de pancada”, ressalta o mestre, acrescentando ainda a verba para alimentação dos alunos e ajuda de custo aos instrutores da Escola HighwayOne.

São 150 alunos divididos em cinco turmas, com 30 alunos cada (número máximo permitido), bem como uma fila de espera, com outros alunos do colégio aguardando desistências para poderem se integrar ao projeto.

Em tempos de preparação para as Olimpíadas, a Confederação Brasileira de Taekwondo deveria se mirar no exemplo do mestre Ricardo Andrade e envidar todos os esforços para facilitar a entrada da modalidade dentro dos colégios. E olha que se isso ocorresse, o taekwondo do Brasil não teria instrutores suficientes para suprir a demanda.

fonte:Mestre Marcus Rezende
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